terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

REATIVANDO O BLOG DA APROTERRA

Estamos reativando o blog da APROTERRA - Associação dos Produtores Rurais de Terra Alta, com o objetivo de mantermos um canal de comunicação com os associados e comunidade em geral. Além do blog manteremos uma página no facebook com o mesmo objetivo. Esperamos contar com a colaboração de todos os interessados na área rural, para juntos trocarmos experiências e informações relevantes para o setor. Começamos apresentando a nova diretoria da APROTERRA empossada no dia 15/02/2015, em evento realizado em sua sede social, na cidade de Terra Alta - Pará. Abaixo temos algumas  fotos da nova mesa diretora.
NOVA DIRETORIA

DISCURSO DA PRESIDENTE ELEITA

AUTORIDADES PRESENTES


AUTORIDADES

FOTO OFICIAL DO EVENTO





DEPUTADO ESTADUAL JÚNIOR HAGE

ERNENDES RAIOL PRESIDENTE DA OCP/PA

PREFEITO GILVANDRO NASCIMENTO

SENADOR PAULO ROCHA

DISCURSO DO SENADOR PAULO ROCHA


DISCURSO DO SENADOR

CAVALGADA EM HOMENAGEM AO ANIVERSÁRIO DA APROTERRA


ENTREGA DE CERTIFICADOS DE CURSO DO SENAR

ENTREGA DE CERTIFICADOS DE CURSO DO SENAR

DEP. ESTADUAL JÚNIOR HAGE E PRESIDENTE DA APROTERRA

DEP. ESTADUAL JÚNIOR HAGE E SENADOR PAULO ROCHA

DEP. JÚNIOR HAGE, PRESIDENTE DA APROTERRA E SENADOR PAULO ROCHA

PRESIDENTE E VICE-DIRETOR COMERCIAL DA APROTERRA

PRESIDENTE, VICE-PRESIDENTE DA APROTERRA, DEP. JÚNIOR HAGE E SENADOR PAULO ROCHA




PRESIDENTE, DIRETOR COMERCIAL E ESPOSA

ENTREGA DE UM VEÍCULO DO PROJETO DE AVICULTURA FAMILIAR

segunda-feira, 8 de julho de 2013

3ª Festa da Acerola


Vem aí a 3ª Festa da Acerola de Terra Alta. Mais uma Promoção da APROTERRA - Associação dos Produtores Rurais de Terra Alta.


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Pecuária reduz área e aumenta produção


Pecuária brasileira reduz área e dobra produção em 36 anos


Pastagens no país foram reduzidas de 165 milhões de hectares em 1975 para cerca de 152 milhões de hectares em 2011

por Globo Rural On-line
Ernesto de Souza
Segundo o levantamento, em 1975 a área de pastagens naturais e plantadas era de 165,6 milhões de hectares. Em 2011 esse valor caiu para aproximadamente 152 milhões (Foto: Ernesto de Souza/Ed. Globo)
As áreas de pastagens brasileiras diminuíram 8% entre 1975 e 2011, período em que o efetivo de bovinos dobrou, passando de 102,5 milhões para 204 milhões de cabeças. As informações são da Assessoria de Gestão Estratégica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a partir da análise de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

Segundo o levantamento, em 1975 a área de pastagens naturais e plantadas era de 165,6 milhões de hectares. Em 2011 esse valor caiu para aproximadamente 152 milhões, segundo estimativa do Mapa. 

O resultado auxiliou no aumento da produtividade agropecuária brasileira entre 2001 e 2009 de 4,04% – uma das mais altas do mundo junto com a China, de acordo com o coordenador de Planejamento Estratégico do Mapa, José Garcia Gasques. “Como a atividade pecuária tem um peso expressivo no produto bruto da agricultura o aumento da produção de carnes afeta os níveis de produtividade”. 

Entre os fatores que explicam o crescimento produtivo nacional nos últimos anos estão os investimentos em rodovias, pesquisas, telecomunicações, irrigação e energia elétrica. Além destes, o aumento do crédito agrícola disponibilizado pelo governo e das exportações agropecuárias.

Disponível em:  http://revistagloborural.globo.com/Revista/Common/0,,EMI330466-18530,00-PECUARIA+BRASILEIRA+REDUZ+AREA+E+DOBRA+PRODUCAO+EM+ANOS.html

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

AGRICULTURA FAMILIAR RECEBE RECURSOS DO MDS



MDS repassa R$ 1,8 mi para agricultura familiar em quatro municípios do Pará

10/01/2013 10:55
Ministério firma contratos de transferência de recursos para administrações municipais implantarem unidades de apoio à distribuição de alimentos
Brasília, 10 – Para apoiar os agricultores familiares, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) firmou quatro contratos de repasses para a implantação de Unidades de Apoio à Distribuição de Alimentos da Agricultura Familiar no Pará. As cidades de Abaetetuba, Palestina do Pará, Santarém e São João do Araguaia receberão, no total, R$ 1,8 milhão.


As prefeituras também investem um valor, como contrapartida, na construção do equipamento. O agente operador do contrato é a Caixa Econômica Federal, que repassará os recursos aos municípios, conforme o cumprimento de metas estipuladas no contrato.

Segundo a coordenadora-geral de Sistemas Agroalimentares Locais do MDS, Ísis Ferreira, a ação incentiva todo o sistema que envolve a agricultura familiar, porque articula a produção, abastecimento e o consumo dos alimentos. “As unidades garantem a qualidade dos alimentos e a organização da distribuição. Além disso, contribuem para dinamizar a economia local.” A implantação de unidade de apoio nos municípios, destaca, valoriza o pequeno produtor, gerando renda.

Ísis aponta que a população também é beneficiada. “O alimento que fica na unidade não vai para o supermercado, mas para beneficiários de programas socioassistenciais ou educacionais.” Esses produtos são importantes por serem adequados à cultura e características locais, estando mais frescos e saudáveis na distribuição aos equipamentos públicos.

A ação faz parte de edital lançado pelo MDS em 2012, que selecionou 73 municípios que se localizam em Territórios da Cidadania, público-alvo do Plano Brasil Sem Miséria. No total, serão investidos R$ 32,8 milhões na implantação das unidades. As regiões Norte e Nordeste correspondem a 52% da seleção. Até o momento, 30 municípios já assinaram os contratos. A previsão é que as unidades comecem a funcionar até o final de 2014.

Ascom/MDS
(61) 3433-1021

www.mds.gov.br/saladeimprensa

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Alerta



“O veneno está na mesa” e o uso de agrotóxicos está na pauta

Em meio a manchetes de jornais que apontam que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) contrariou regras internas e permitiu a venda de agrotóxicos mais prejudiciais à saúde, o documentário "O veneno está na mesa", de Silvio Tendler, exibido na 7ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, que ocorrem em São Paulo, vem mostrar a sua duradoura atualidade.


O filme de 50 minutos segue linguagem direta, com opinião explícita sobre o assunto, como já é marca do diretor Silvio Tendler. É produto de uma campanha contra o uso de agrotóxicos no Brasil que conta com apoio direto do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), de uma série de entidades e movimentos sociais.

Os dados colocados de maneira pedagógica no documentário – como o de que os brasileiros consomem em média 5,2 litros de veneno por ano – impactam não só em decorrência da desinformação geral sobre a quantidade de agrotóxicos contida nos mais variados alimentos disponíveis nas prateleiras de supermercados, como também pela ausência de divulgação dos verdadeiros impactos desses produtos à saúde humana.

Justamente por ser parte de uma campanha, com posicionamento indiscutível contra o uso de agrotóxicos, o filme surpreende pela quantidade e qualidade das entrevistas conduzidas por Aline Sasahara. 

São 70 no total, sendo elas majoritariamente de agricultores – de variados municípios do país -, o que também demonstra uma opção de ouvir aqueles que lidam diretamente com a terra, que entendem dos perigos dos agrotóxicos e também sofrem diretamente seus efeitos.

Sasahara conta que foi impactante ver durante a coleta de depoimentos que “as pessoas têm consciência de quanto estão se expondo, que estão multiplicando esses produtos e que estão envenenando outros consumidores”. Mas a angústia é não conseguir vencer esta lógica devido à pressão do agronegócio.

“Nós fomos pra região do fumo, por exemplo, onde a realidade é absolutamente devastadora, que merecia um outro filme” diz Sasahara, explicando que não é somente sobre os produtos comestíveis que este problema versa. Como a produção do fumo também é uma atividade tradicional, de cultivo que envolve o conjunto das famílias incluindo crianças, o tema gera inclusive discórdia entre seus membros sobre como enfrentar as empresas que impõem a compra de um pacote de produtos químicos para viabilizar a produção. “É uma situação de escravidão e as pessoas não conseguem sair”, conclui.

Intercalado com imagens de defensores do uso de agrotóxico, como a senadora Kátia Abreu (PSD), o documentário coloca em confronto aberto os distintos projetos de desenvolvimento da agricultura no país. De um lado os porta-vozes do agronegócio, de outro os movimentos sociais, pequenos agricultores, intelectuais progressistas e pesquisadores do assunto.

“Desde 2008, o Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos”, diz a abertura do filme. E já se sabe que eles causam câncer, má formação do feto, depressão, problemas hormonais, neurológicos, reprodutivos, no rim, doenças de pele, diarréia, vômitos, desmaio, dor de cabeça e contaminação do leite materno. É sob este estigma que toda uma geração cobaia, em nome do “sucesso da agricultura”, viverá caso as políticas entorno do agrotóxico não sejam revistas. E o filme contribui para que o país tenha melhor noção sobre a dimensão desses perigos, não só aos seres humanos diretamente, mas também ao meio ambiente.

A programação completa da Mostra pode ser vista em:http://www.cinedireitoshumanos.org.br

Disponível em: http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=21337